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Veterinário explica o que fazer se o pet comer chocolate na Páscoa

Todo mundo sabe que um dos símbolos da Páscoa é o chocolate. Embora seja delicioso, os pais de pets precisam estar atentos ao alimento, já que, em um momento de distração, o animal pode comer um pedaço. Pode parecer uma ação inofensiva, mas o ingrediente é bastante tóxico para cães e gatos.

A explicação para tal perigo está na teobromina, uma substância presente na manteiga do cacau que não é metabolizada da mesma forma pelo organismo dos animais. Isso pode provocar uma forte estimulação cerebral, ocasionando arritmias cardíacas.

“Em outras palavras, quanto maior a concentração de cacau na composição do chocolate, maior a porcentagem de teobromina e, com isso, piores serão os efeitos. Chocolates brancos ou ao leite também não devem ser oferecidos aos animais, uma vez que o risco de intoxicação ainda existe”, alertou Tainã Braúna, médico veterinário e coordenador do Hospital Veterinário Star Vet.

Não são raros os casos em que pets consomem chocolate. No entanto, alguns tutores ainda não sabem como lidar com essa situação e nem conseguem identificar os sinais de intoxicação. É interessante estar ciente dos fatores que influenciam a gravidade do caso, como o peso do animal, a quantidade consumida e a frequência.

O que fazer?

De acordo com o veterinário, os sintomas podem variar conforme o tipo de chocolate consumido — sendo que quanto mais escuro for o chocolate, o risco de intoxicação será maior. Eles costumam iniciar de 2 a 4 horas após o consumo, sendo que a teobromina pode permanecer ativa no organismo por até 24 horas.

Sendo assim, é importante que os tutores fiquem atentos a sinais como:

  • Náuseas e vômitos;
  • Diarreia;
  • Inquietação;
  • Falta de ar;
  • Fraqueza;
  • Crises convulsivas.

Um ponto extremamente crucial é ter calma e agir rápido. “Tente descobrir qual tipo de chocolate o pet comeu, o tamanho da dose e o tempo decorrido desde o consumo. Isso são informações fundamentais para entender a gravidade do caso. Na sequência, procure um veterinário o mais rápido possível”, orienta o especialista.

A gravidade do quadro clínico, no entanto, depende de alguns fatores, como idade e porte do animal, e a quantidade e tipo de chocolate ingerido

Tratamento

Tainã explica que o tratamento do quadro depende da gravidade da intoxicação. Um deles inclui o uso de carvão ativado. “Quando administrado no animal logo após a ingestão do chocolate, contribuirá para que a substância tóxica não seja absorvida pelo organismo devido a sua ação adsorvente”.

Outro procedimento é a fluidoterapia, na qual é feita a reposição de líquidos perdidos devido à diarreia e ao vômito. O profissional também pode fazer a detecção de arritmias cardíacas causadas pela teobromina e o controle de convulsões, administrando medicamentos para controlar convulsões.

Há ainda o uso de sonda uretral e a internação como forma de monitoramento e tratamento do animal. “Lembre-se que a rapidez no atendimento é crucial e pode salvar a vida de seu animal. Também não induza o vômito sem a orientação do veterinário, pois isso pode piorar a situação”, elucida Tainã.

Um ponto extremamente crucial é ter calma e agir rápido

Comer pouco chocolate também prejudica os pets

Por mais que o pet coma pouca chocolate, isso já é suficiente para intoxicá-lo. Além disso, os animais de pequeno porte sofrem ainda mais com esse problema, dado que a proporção do chocolate ingerido em relação ao seu peso será determinante para a gravidade do quadro.

Isso não significa que o bichinho precisa ficar de fora das comemorações de Páscoa. Hoje em dia, o mercado está cheio de produtos que substituem os chocolates. Porém, ainda que os petiscos sejam próprios para os pets, é preciso ter cuidado na hora de oferecê-los.

Informações: Gabriela Francisco

 

Brasil exportou 5,1 milhões de toneladas de frango em 2023

Em 2023, as exportações do agronegócio brasileiro somaram US$ 166,55 bilhões, o que representou um aumento de US$ 7,68 bilhões em relação ao ano anterior. Esses números da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais, do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), reforçam o quanto os alimentos do Brasil são muito bem recebidos mundo afora.

Dentro desse contexto, o Brasil ainda possui a chancela de ser líder na exportação e na produção de carne de frango para mais de 150 países, encerrando 2023 com 5,138 milhões de toneladas exportadas, conforme a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

Em dezembro, o Japão assumiu a liderança como principal destino das exportações de carne de frango do Brasil, com 55,9 mil toneladas importadas. Em seguida, a China importou 50,3 mil toneladas, Emirados Árabes Unidos, 44,3 mil toneladas, Arábia Saudita, 39,5 mil toneladas, e África do Sul, 31,2 mil toneladas.

Além da carne, os ovos produzidos nas granjas brasileiras são os queridinhos dos estrangeiros. Também em 2023, ainda segundo a ABPA, as exportações brasileiras de ovos chegaram a um total de 25,4 mil toneladas embarcadas, número que supera em 168,1% o total exportado no mesmo período do ano passado, com 9,5 mil toneladas.

Para ser tão procurado por outros países em busca desses alimentos, o Brasil segue rigorosos protocolos de controle sanitário para garantir a qualidade tanto do frango quanto do ovo produzidos. Esse é um compromisso do governo federal, estados e municípios em garantir a qualidade do insumo que vai para a mesa dos brasileiros.

Todo esse processo garante ainda, segundo o próprio Mapa, que não há risco de contágio pela gripe aviária no consumo dos insumos vindos de granjas comerciais. Pois, graças a esse rigor dos governos federal, estaduais, municipais e distrital, o Brasil permanece livre da gripe aviária na produção comercial.

Frango x nutrição humana

Presente na mesa de muitas famílias mundo afora, o frango é uma proteína que reúne todos os aminoácidos essenciais que precisamos, além de ser rico em vitaminas como a E e a B12 e minerais como selênio, potássio, ferro e zinco.

Além disso, o frango auxilia na redução do colesterol e melhora a saúde da pele, cabelo e unhas. De acordo com a Embrapa, cada 100 g de peito de frango têm composição média de 31 g de proteína, 165 calorias e 3,6 g de gorduras totais. Isso significa: um ótimo alimento para a nutrição humana.

Ainda segundo estudos publicados em 2023 pela empresa, o tamanho e a importância socioeconômica da avicultura no Brasil exigem permanente atenção quanto à geração e aplicação de inovações em todas as áreas da cadeia produtiva.

Avanços nas questões relacionadas à qualidade das linhagens comerciais, da nutrição animal, da biossegurança das granjas, do manejo e controle ambiental das instalações e dos equipamentos com maior capacidade de alojamento, bem como da automação de atividades antes atendidas pelo trabalho humano, contribuem para a disponibilização de um produto de qualidade, de preço acessível e saudável que ajuda a promover a segurança alimentar.

Ovo como promotor de saúde

O ovo é o segundo alimento mais completo do mundo, ficando atrás somente do leite materno. Além de promover saciedade e ganho de massa muscular, o item contém substâncias promotoras da saúde e preventivas de doenças, o que o torna um alimento funcional para todas as idades, além de ser de baixo custo.

Entre os nutrientes dele, estão minerais (ferro, fósforo, zinco, magnésio e selênio), vitaminas (A, E, D3, ácido fólico) e carotenoides, que conferem efeito antioxidante, protegendo as células contra radicais livres, evitando o envelhecimento celular.

Quanto às proteínas, estão distribuídas em todos os componentes do ovo, sendo encontradas, na maioria, na clara e, em menor porção, na gema e na casca.

Controle

Agora, para que o alimento chegue seguro ao prato das famílias, os insumos passam por rigorosa inspeção. O processo envolve a verificação das condições sanitárias adequadas nas instalações de produção, o monitoramento do bem-estar animal, a identificação e controle de doenças animais, a rastreabilidade dos produtos e a análise de resíduos de medicamentos veterinários.

Também é feita a coleta de amostras em produtos considerados suspeitos para verificar se os produtos prontos atendem aos padrões higiênico-sanitários, de identidade e qualidade estabelecidos pelo Mapa.

Dentro dos protocolos de segurança, todos os frangos devem chegar ao abate com um documento atestado por médico veterinário. No estabelecimento de abate do Serviço de Inspeção Federal (SIF), esses documentos são avaliados, e uma amostragem dos animais é inspecionada para verificar se realmente não existem sinais clínicos que impeçam o abate para consumo.

Além disso, os antibióticos utilizados na carne de frango e no ovo têm uso restrito, controlado e monitorado, não deixando vestígios dos medicamentos nos alimentos.

Muitas pessoas ainda se questionam como as aves se desenvolvem tão rapidamente. E a resposta não está na aplicação de hormônios, que são proibidos, de acordo com o Decreto n° 76.986/1976 e a Instrução Normativa Nº 17/2004, ambos do Mapa.

O médico veterinário Ciro Carvalho afirma que o processo de crescimento se dá pela nutrição, melhoramento genético e manejo sanitário.

“A avicultura é uma das ciências que mais evoluiu no século 20 devido à introdução da biotecnologia no melhoramento genético. O frango de corte, para desenvolver o potencial genético, deve rapidamente adaptar-se a digerir uma dieta exógena, rica em energia, constituída principalmente de carboidratos”, explica.

Ou seja, 100% das aves passam por inspeção oficial para a retirada de qualquer ave imprópria para consumo.

E, como já mencionado, o Brasil permanece livre da gripe aviária na produção comercial. Contudo, vale frisar que a contaminação é feita pelo contato com saliva, mucosa e fezes de aves doentes. E o vírus da influenza aviária não resiste a temperaturas altas, ou seja, é destruído quando o alimento vai ao fogo.

De acordo com o médico infectologista e coordenador da Infectologia no Hospital DF Star, dr. Gilberto Nogueira, a virose não é transmitida pela carne de frango justamente pelo fato de que essas aves não entram na cadeia alimentar dos frigoríficos. “Além disso, passam pelo processo de preparo, cozimento ou processo da assar, o que por si só já torna o consumo da carne seguro”, reforça.

Por: Conteúdo de Marca

Mega-Sena pode pagar R$ 4 milhões neste sábado

A Caixa Econômica Federal promove neste sábado (30), a partir das 20h, os sorteios dos concursos 2.706 da Mega-Sena e 134 da +Milionária.

+Milionária está estimada em R$ 162 milhõesAs chances de vencer são ainda menores do que na Mega tradicional: para levar o prêmio máximo, é preciso acertar seis dezenas e dois trevos.

O valor de uma aposta simples é de R$ 6. Com ela, o apostador pode escolher 6 números de 50 disponíveis e mais 2 trevos, dentre os seis disponíveis.

Para apostas múltiplas, é possível escolher de seis a 12 números e de dois a seis trevos, com preços que podem chegar a R$ 83.160,00.

+Milionária se destaca por oferecer o prêmio principal mínimo de R$ 10 milhões por sorteio e possuir dez faixas de premiação.

Mega-Sena

Já a Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 4 milhões para os acertadores das seis dezenas. No concurso da última terça-feira (26), uma aposta do Recife (PE) levou sozinha R$ 118,2 milhões.

A aposta mínima para a Mega-Sena custa R$ 5 e pode ser realizada também pela internet, até as 19h – saiba como fazer.

A Mega soma três sorteios semanais: às terças, quintas e sábados.

Para apostar na Mega-Sena

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal – acessível por celular, computador ou outros dispositivos.

É necessário fazer um cadastro, ser maior de idade (18 anos ou mais) e preencher o número do cartão de crédito.

Probabilidades

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 5, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 22.522,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.

A falta de cuidado nas escolas pode ter consequências graves, como a perda de uma vida inocente

Ontem depois de saber que a criança Daniele Shocknesss de Jesus de 10 anos que estava internada na UTI após sofrer reação alérgica em uma escola publica em Porto Velho, acabou deixando a sociedade indignada com a situação relatada pela mãe da menina, que segundo ela, era de conhecimento do colégio, que a criança possuía uma alergia severa à proteína do leite de vaca, comprovada através de um laudo médico. É uma situação realmente trágica e lamentável.

A suposta negligência por parte da escola em não garantir a segurança alimentar da criança alérgica é inaceitável. A família tem todo o direito de exigir justiça e que medidas sejam tomadas para que situações como essa não se repitam.

É fundamental que as escolas estejam preparadas para lidar com crianças com alergias alimentares, garantindo que os alimentos servidos estejam livres de ingredientes que possam causar reações adversas. A falta de cuidado nesse aspecto pode ter consequências graves, como a perda de uma vida inocente.

Esperamos que as autoridades competentes investiguem o caso e que as responsabilidades sejam apuradas. A perda de uma criança é uma dor que não tem tamanho, e é preciso que a justiça seja feita para que a família encontre um mínimo de consolo diante desta tragédia.

Por: Primeiroassunto

SGC AGRO: A voz dos agricultores e produtores agora nas manhãs de domingo na TV; veja vídeo

O Programa SGC AGRO, agora está de cara nova! A programação da Rede TV Rondônia, promete continuar trazendo muita informação e entretenimento para os interessados pelo universo do agronegócio.

O SGC AGRO será exibido todos os domingos a partir das 7h da manhã em rede estadual e agora apresentado pelos jornalistas Jean Carla e Eduardo Kopanakis. Os dois jornalistas são apaixonados pelo universo rural, eles são os mais renomados quando o assunto é agro em TV.

O objetivo do SGC AGRO é dar voz aos homens e mulheres que dedicam suas vidas ao trabalho no campo, alimentando não apenas suas famílias, mas também toda a cidade.

Com uma proposta diferenciada, o programa buscará contar as histórias emocionantes e inspiradoras daqueles que enfrentam desafios diários na produção de alimentos, destacando a importância do agronegócio para o desenvolvimento do país.

Além disso, também abordará temas como sustentabilidade, inovação e tecnologia no campo, mostrando como os produtores rurais estão sempre em busca de novas maneiras de melhorar a qualidade de seus produtos.

Jean Carla e Eduardo têm a missão de aproximar o meio rural da cidade, mostrando que por trás de cada alimento há uma história de dedicação e trabalho árduo. Com uma linguagem acessível e descontraída, o programa promete conquistar o público e despertar o interesse de todos para a importância do setor agropecuário no estado.

“O programa irá levar para todo o estado os destaques na produção pesqueira, pecuária, agrícola e nas agroindústrias, no que há de mais importante do agronegócio, sem falar das deliciosas culinárias regionais. Com o SGC AGRO os agricultores e produtores do estado terão voz e vez contando suas histórias de trabalho no campo”. Comentou Eduardo Kopanakis, apresentador do programa.

Para a apresentadora e produtora do programa Jean Carla Costa, contribuir de alguma forma para o crescimento da cadeia produtiva do estado é extremamente gratificante. “Percebemos que diversos agricultores cuidam das propriedades como empresas no campo, isso vem fortalecendo a economia das regiões do estado, e queremos por meio do programa mostrar essa evolução. E fazer parte desse projeto aqui no grupo SGC é extremamente gratificante. Afirma Jean Carla.

VEJA O VÍDEO:

informações: Redação SGC

 

Governo goiano joga duro com a importação de leite

Mais de mil produtores rurais se reuniram na Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg). Eles acompanharam os anúncios do governador Ronaldo Caiado, que foi sensível às pontuações da federação, e trouxe medidas para o fortalecimento da cadeia leiteira goiana.

O evento contou com a participação de várias autoridades e da diretoria da entidade.
Na abertura, o presidente do Sistema Faeg/Senar/Ifag, José Mário Schreiner, destaca que “hoje está sendo realizada uma entrega efetiva através do projeto de lei que o governador Ronaldo Caiado vai sancionar.

O projeto de lei, que é modelo para ser replicado por todo o país, mostra que Goiás está um passo à frente buscando o equilíbrio, buscando fazer com que todos produtores de leite tenham dignidade e respeito entre os elos da cadeia”. Na sequência foi sancionada a Lei que, aprovada em 2ª votação na Alego, no dia 14 de março 2024, alterou a Lei do Programa Produzir, assim vedando o incentivo fiscal do referido programa para empresas que importarem leite e derivados.

Fonte: Sistema FAEG / MilkPoint

Aposta única fatura os R$ 118,2 milhões da Mega-Sena, duas apostas de Rondônia acertam a quina

O resultado da Mega-Sena 2705 com prêmio de R$ 118.265.926,76 milhões foi divulgado nesta terça-feira (26), em São Paulo (SP), e uma aposta de Recife (PE) faturou sozinha a bolada.

O vencedor fez uma aposta simples na Lotérica Eldorado, marcando apenas seis dezenas e que custou R$ 5.

Os números sorteados foram: 02 – 16 – 22 – 27 – 35 – 47

182 apostas chegaram bem perto e acertaram cinco dezenas. Para cada uma delas a Caixa vai pagar R$ 32.797,02, duas delas foram de Rondônia, dos municípios de Espigão do Oeste e outro de São Francisco do Guaporé. Os 10.213 acertadores de quatro dezenas vão receber R$ 834,93 cada.

Em 2024, foram realizados 35 concursos da Mega-Sena e em quatro deles alguém levou o prêmio máximo. Além da aposta pernambucana que levou sozinha a bolada hoje, uma aposta ganhou R$ 206,4 milhões, em Goiânia, em 5 de março, outra aposta faturou sozinha R$ 6,4 milhões, em 6 de janeiro, e, em 3 de fevereiro, outra aposta única ganhou R$ 94,8 milhões.

O próximo concurso da Mega-Sena ocorre no sábado (30) – na quinta-feira não haverá sorteio – e o prêmio estimado será de R$ 4 milhões.

Informações: CEF

‘Cabeça de Ozempic’: O que se sabe sobre novo efeito colateral que viralizou nas redes?

O medicamento Ozempic, da farmacêutica dinamarquesa Novo Nordisk, ganhou  popularidade nas redes por ajudar no emagrecimento. Inicialmente, indicado para o tratamento do diabetes tipo 2, o remédio tem como um dos efeitos a perda de peso. Sobretudo, tem sido usado fora das indicações da bula para fins estéticos.

Como consequência do emagrecimento, um efeito colateral que tem chamado atenção dos internautas é o que se popularizou como ‘Ozempic face’ ou ‘cabeça de Ozempic’. O princípio ativo do medicamento é a semaglutida, substância que inibe a apetite, por isso a perda de peso rápida. Como consequência a cabeça da pessoa ficaria desproporcional ao restante do corpo.

Muito utilizado por celebridades, a medicação tem chocado o mundo com os rápidos resultados. É o caso da apresentadora americana Oprah Winfrey, que deixou o conselho da empresa Vigilantes do Peso após revelar que aderiu ao tratamento com as canetas. A cantora sertaneja Maiara, tem levantado suspeitas do uso do medicamento, entretanto atribuiu seu processo de emagrecimento à mudança na alimentação e rotina de exercícios.

Maiara - Reprodução/ Instagram
Maiara – Reprodução/ Instagram

Outros efeitos colaterais

Entre os efeitos mais citados pelos usuários, está o enjoo, tontura e a dor de cabeça. Por conta do efeito causado pela semaglutida, as pessoas também relatam que não conseguem beber água, ou colocar qualquer alimento na boca, sem sentir náuseas.

Relatos nas redes trazem à tona também o mau hálito, que pode ser associada  à falta de alimento no intestino. Além disso, algumas usuárias relatam prisão de ventre ou constipação, outras mencionam a queda de cabelo.

Dessa forma, o medicamento ainda pode auxiliar no desenvolvimento de problemas no trato gastrointestinal, cefaleia, sensação de fraqueza, baixo nível de açúcar no sangue (hipoglicemia), inflamação do pâncreas, retinopatia diabética e reações alérgicas. Além disso, o uso prolongado da substância pode causa o aumento do volume do intestino delgado, que pode levar a obstrução do órgão, relata um artigo publicado recentemente na revista Acta Pharmaceutica Sinica B. Dentre os efeitos colaterais mais graves estão a desnutrição e a desidratação.

É seguo usar Ozempic para emagrecer?
Segundo a Novo Nordisk, fabricante dos remédios à base de semaglutida, a maioria dos eventos tem gravidade leve a moderada e acontece de forma transitória, ou seja, dura dias ou poucas semanas. Para um uso seguro e controlado, o Ozempic deve ser usado com acompanhamento médico, mesmo que seja para questões estéticas.

“Ambos os medicamentos são seguros para a perda de peso. A única diferença é a canetinha. A caneta do Ozempic vai até 1 mg e a caneta do Wegovy (medicamento similar ao Ozempic) vai até 2,4 mg, porque estudos mostraram que a semaglutida em uma dose maior é mais efetiva para a perda de peso do que uma dose de até 1 mg, como é o caso do Ozempic”, explica Elaine Dias J.K., PhD em endocrinologia pela USP e metabologista, em entrevista à CNN.  Ela ainda ressalta, por fim, que tanto o Ozempic, quanto o Wegovy, devem ser prescritos pelo médico que acompanha o paciente para que ele auxilie e oriente como evitar esses efeitos colaterais.

Por:Beatriz Vasconcelos

 

Mapa da Desigualdade entre as Capitais coloca Porto Velho como a pior do Brasil

Levantamento sobre desigualdade foi divulgado nesta terça (26) - GUGA MATOS/JC IMAGEM

Uma pesquisa lançada nesta terça-feira, 26, compara as 26 capitais estaduais brasileiras conforme 40 indicadores sociais, que contemplam áreas como educação, saúde, violência, assistência social, meio ambiente e direitos humanos. Porto Velho aparece como  a pior do Brasil.

O trabalho, chamado Mapa da Desigualdade entre as Capitais do Brasil, foi produzido pelo Instituto Cidades Sustentáveis (ICS) e inspirado no Mapa da Desigualdade de São Paulo, publicado há mais de dez anos pelo ICS e pela Rede Nossa São Paulo.

O Mapa criou um ranking geral, atribuindo notas de 1 a 26 a cada capital e a cada quesito (porque são 26 cidades), sendo 26 para a melhor colocada e 1 para a última.

Somando as notas de todos os quesitos para cada município, e comparando a nota final de cada um deles, Curitiba foi a melhor colocada, com 677 pontos (em 1.040 possíveis) e Porto Velho foi a pior, com 373 pontos. São Paulo é a quinta melhor, com 594 pontos, e o Rio de Janeiro é a 11ª, com 548.

“Olhar o mapa do Brasil pontuado por suas capitais, a partir de dados e indicadores socioeconômicos, é uma forma de entender melhor por que vivemos em um dos países mais desiguais do mundo. É também ampliar o conhecimento sobre o território nacional e dar um sentido mais tangível para a distância que separa ricos e pobres, mulheres e homens, negros e não negros. É um exercício muitas vezes incômodo e sempre necessário”, diz o texto da pesquisa, em sua introdução.

“Ao levantar e comparar dados e indicadores de 26 capitais do país, esta publicação traz um recorte da desigualdade que distancia os locais menos providos de serviços e infraestrutura daqueles que oferecem condições básicas para uma vida digna e decente”, segue a apresentação.

No indicador “população atendida por esgoto sanitário”, por exemplo, São Paulo é a melhor colocada, com 100%, e Porto Velho a última, com 5,8%. Em “domicílios em favelas”, Campo Grande é a melhor, com 1,4% (de todos os domicílios do município, só 1,4% fica em favela), e Belém a pior, com 55% (mais da metade das casas da cidade ficam em favelas).

Já a proporção de pessoas sem instrução e com o ensino fundamental incompleto ou equivalente é de 13,7% em Florianópolis (melhor capital nesse quesito) e de 30,8% em Maceió (pior capital nesse quesito).

A idade média ao morrer é de 72 anos em Belo Horizonte e Porto Alegre (o melhor resultado) e de 57 anos em Boa Vista. A proporção de pessoas abaixo da linha da pobreza é de apenas 1% em Florianópolis e de 11% em Salvador. A mortalidade infantil é de 6,1 a cada mil nascidos vivos em Florianópolis e de 20,373 nessa mesma proporção em Macapá.

Veja a lista completa das capitais (ranking da menos desigual para a mais desigual):

1. Curitiba

2.Florianópolis

3.Belo Horizonte

4.Palmas

5.São Paulo

6.Vitória

7.Cuiabá

8.Porto Alegre

9.Goiânia

10.Campo Grande

11.Rio De Janeiro

12. Natal

13.Boa Vista

14.Teresina

15.Aracaju

16. João Pessoa

17.Salvador

18.Macapá

19.São Luís

20.Fortaleza

21.Maceió

22.Rio Branco

23.Manaus

24.Belém

Governador Marcos Rocha assina decreto para garantir mais voos a Rondônia

Mais um importante passo rumo ao fim da problemática relacionada aos voos comerciais para Rondônia, foi confirmado pelo governador do Estado, Marcos Rocha, ao assinar nesta terça-feira (26), Decreto 28.989, de 21 de março de 2024, que altera o dispositivo no regulamento do ICMS para facilitar a operacionalidade das companhias aéreas. Com isso, as companhias devem oferecer voos diretos e regulares, com frequência mínima de 14 voos semanais saindo de Porto Velho, visando o direito ao desconto de ICMS na compra de combustível de aviação, fato que atende as expectativas das companhias, que já sinalizaram interesse ao cumprimento da medida a partir do segundo semestre deste ano.

Atualmente as empresas estão atuando no Estado com dez voos diários. As empresas Latam e Gol se comprometeram em ampliar o serviço a partir do aeroporto de Porto Velho, de modo que haja conexões com aeroportos considerados hubs, ou seja, aeroportos que ofereçam conexões para diversas regiões.

As companhias devem oferecer voos diretos e regulares, com frequência mínima de 14 voos semanais saindo de Porto Velho

A Azul não entra nessa conta porque ela atua com foco em outro requisito, que é atendimento aos municípios do interior do Estado por meio de alguns aeroportos.

O acordo com as companhias é de que haja pelo menos dois voos diários saindo de Porto Velho para outras regiões, e que a Azul continue operando nos municípios do interior. A proposta acaba com a queda de braço entre as companhias aéreas e a sociedade rondoniense, fato que tem gerado inúmeros problemas para o Estado.

Informações: SECOM