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Agronegócio Sustentável e Educação Prática São os Temas do XVI Dia de Campo da FIMCA

Na manhã do último sábado, 9 de novembro, o Centro Universitário Aparício Carvalho – FIMCA realizou o XVI Dia de Campo das Agrárias. O evento, que aconteceu na Fazenda Escola da FIMCA, no KM 24 da BR-364, sentido Acre, reuniu alunos dos cursos de Agronomia, Zootecnia, Medicina Veterinária e Nutrição, além de profissionais e estudantes, em um dia repleto de atividades práticas e visões externas para o setor agropecuário.

O Dia de Campo conta com unidades demonstrativas de técnicas e inovações em áreas fundamentais para o agronegócio, incluindo manejo de forrageiras, armazenamento de combustíveis e planos de recuperação de áreas degradadas (PRAD). Outros temas abordados foram o manejo de agrotóxicos e práticas de alimentação para caprinos, suínos e bovinos, além de técnicas de meliponicultura e apicultura, apresentando aos visitantes métodos avançados para otimizar a produção e promover a sustentabilidade no campo.

Segundo a coordenadora de Agronomia e Zootenia, Dra. Ana Emília Tavares, o evento vai além das práticas e inovações: “Este Dia de Campo é uma oportunidade para unir o conhecimento teórico com a prática, possibilitando que os alunos aprendam na prática e conheçam as reais necessidades do produtor rural, especialmente aqui em Rondônia, onde o agronegócio é um dos principais pilares da economia”.

Estiveram presentes diversos profissionais do setor, como Ana Emília Tavares, coordenadora dos cursos de Agronomia e Zootecnia da FIMCA; Luan Carlos Burg, engenheiro agrônomo e supervisor do SENAR; Andryni Brasil, zootecnista da GIZ Brasil; Tuana Reis, médica veterinária e consultora; Marcos Santana Moraes, engenheiro agrônomo da ATeG Senar; e José Paulo Ribeiro Gonçales, engenheiro agrônomo, enriqueceu o evento com trocas de conhecimento e práticas de campo.

Os visitantes também tiveram a oportunidade de conhecer diferentes culturas agrícolas, como hortaliças, pitaia, café e plantas medicinais, cujas áreas de cultivo estão abertas para visitação. Houve ainda a distribuição de mudas, proporcionando uma experiência prática e educativa.

O Dia de Campo integra-se ao Projeto Integração, que envolve cada período do curso de Agronomia e Zootecnia, do 1° ao 10° período. Esse projeto promove atividades práticas relacionadas às disciplinas de cada período e aborda temas que estão diretamente alinhados às necessidades dos produtores locais e às atualidades do setor agropecuário de Rondônia.

O XVI Dia de Campo das Agrárias da FIMCA reafirma-se, portanto, como uma importante plataforma para a atualização e divulgação de conhecimento sustentável e inovador no setor agropecuário, beneficiando estudantes, profissionais e a comunidade em geral.

Fonte: Ascom

Guardiola aceita assumir a Seleção Brasileira e impõe condição para acordo

O que aconteceu?

Pep Guardiola voltou a ser assunto na Seleção Brasileira na manhã desta sexta (8). Isso porque o jornal The Athletic publicou que o treinador voltou a ser pauta na CBF para o cargo atualmente ocupado por Doríval Júnior.

Todavia, segundo o presidente da confederação, Ednaldo Rodrigues, o treinador do time canarinho continuará sendo o ex-flamenguista, embora os resultados recentes sejam ruins.

Contudo, o renomado jornalista André Hernan revelou que a informação é verdadeira e trouxe novos detalhes sobre a possibilidade de Guardiola assumir o Brasil.

Guardiola impõe condição para assumir a Seleção Brasileira

Hernan revela que o espanhol está de fato interessado em comandar a Seleção Brasileira, vendo a possibilidade com bons olhos já há algum tempo.

Todavia, para isso, o treinador exige um projeto sólido, tendo em vista tudo que vem envolvendo o entorno da CBF nos últimos anos, principalmente após a saída de Tite.

Em meio a isso, a entidade máxima de futebol do Brasil já começa a se movimentar nos bastidores, buscando uma aproximação com o Grupo City por intermédio da Federação Baiana de Futebol.

Essa aproximação pode facilitar um acordo com Guardiola, que é muito próximo dos líderes da holding, além de provar que o futebol brasileiro vem se estruturando.

Já existem negociações?

Apesar disso, André Hernan ressalta que ainda não existem negociações formais para que Pep Guardiola se torne oficialmente o treinador da Seleção Brasileira.

Fonte: MSN

Luz e Magia: Moradores de Porto Velho Contemplam um Halo Solar Raro

Na quinta-feira (7), os moradores de Porto Velho tiveram a rara oportunidade de testemunhar um impressionante fenômeno natural: um halo solar. Esse fenômeno óptico se manifesta como um “anel” luminoso ao redor do sol, criando uma vista espetacular e quase mágica no céu.

O halo solar é causado pela interação da luz solar com cristais de gelo presentes na atmosfera, que, em condições adequadas de umidade e temperatura, se formam nas nuvens cirros. Quando a luz do sol penetra esses cristais, ela se refrata, resultando em um círculo de luz que pode ser visto em um raio que varia de 22 graus ao redor do astro.

Além de ser um espetáculo visual, o halo solar também é um lembrete da beleza e complexidade dos fenômenos atmosféricos. A umidade presente na atmosfera de Porto Velho nesta data foi fundamental para o surgimento deste fenômeno, que costuma ser raro e geralmente se torna mais visível em determinadas condições climáticas.

Esse evento encantou tanto os apaixonados por astronomia quanto aqueles que apenas caminhavam pelas ruas, proporcionando uma pausa para contemplação e admiração. A natureza, com sua capacidade de nos surpreender, mais uma vez mostrou que há sempre algo novo para se observar e apreciar no céu.

Por: Primeiro Assunto

Do Sol à Tempestade: A Previsão do Tempo para o Norte do Brasil

Neste sábado, a previsão do tempo indica um cenário de instabilidade atmosférica em várias regiões do Brasil, especialmente no Tocantins, sul do Pará, Acre, Roraima, Amazonas e Rondônia. A expectativa é de chuvas fortes a qualquer momento, com a possibilidade de temporais em algumas áreas, o que pode causar preocupação em relação à segurança e à infraestrutura local.

Enquanto as nuvens carregadas dominam o céu, o sol e o calor ainda se fazem presentes, criando condições propícias para pancadas de chuva, especialmente entre a tarde e a noite, nas regiões leste e norte do Amapá. Neste contexto, o litoral do Pará deve se manter com tempo firme, oferecendo uma pausa nas chuvas para quem estiver na região.

Ao olharmos para o domingo, as expectativas continuam semelhantes, com muitas localidades em Rondônia enfrentando a presença de nuvens carregadas e uma previsão de chuvas intensas. As pancadas fortes são esperadas no Acre, em Rondônia, no Amazonas, assim como no centro-sul e oeste de Roraima, sul do Pará e no Tocantins. Por outro lado, o leste e o norte do Amapá, assim como o litoral do Pará, devem experimentar uma presença maior do sol, embora ainda haja chance de chuvas mais irregulares.

Diante desse quadro, é fundamental que a população esteja alerta e que as autoridades monitorem as condições climáticas, tomando as devidas precauções para garantir a segurança de todos.

Fonte: Clima Tempo

Rondônia aprova lei que expõe dados de condenados por violência contra a mulher

Na última quinta-feira (7), o governo de Rondônia sancionou uma nova lei que prevê a criação de uma lista online com os nomes de pessoas condenadas por crimes de violência contra a mulher no estado. A lista estará acessível a todos os cidadãos.

De acordo com o governo, a relação trará informações de indivíduos com sentença penal definitiva, reunidas em uma plataforma no site da Secretaria de Estado da Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec). Portanto, os dados permanecerão disponíveis até o cumprimento total da pena.

Assim, o banco de dados de Rondônia contará com nome, foto dos condenados e informações processuais detalhadas, desde que a condenação de violência contra a mulher tenha transitado em julgado.

Por fim, a nova lei entrará em vigor 60 dias após sua publicação oficial.

Violência contra a mulher em Rondônia

Rondônia apresenta uma das maiores taxas de feminicídio do Brasil, com um índice que supera a média nacional. Em 2022 e 2023, houve mais 44 feminicídios registrados, colocando Rondônia em segundo lugar no ranking de violência letal contra mulheres no país.

Além disso, o estado também apresenta altas taxas de violência doméstica, com cerca de 500 casos de lesão corporal para cada 100 mil mulheres em 2022.

Disque denúncia violência contra a mulher

A denúncia pode ser feita pela própria vítima ou por testemunhas, mesmo anonimamente. É possível denunciar nos seguintes canais:

Deserto na Arábia Saudita registra neve pela primeira vez

Um deserto na Arábia Saudita ficou coberto de neve pela primeira vez na história. O fenômeno inédito foi registrado na região de Al-Jawf, na fronteira com a Jordânia, após fortes chuvas e granizo atingirem o território saudita.

Segundo a agência de notícias estatal da Arábia Saudita, a neve caiu no último sábado (2). A previsão para os dias seguintes era de formação de tempestades, ventos fortes e chuvas torrenciais.

O país é conhecido pela paisagem árida, com temperaturas que costumam ficar acima dos 30°C durante o dia.

Fonte: CNN

Se regularize com o Refis do Crea-RO

O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Rondônia (Crea-RO) anunciou a abertura do Programa de Recuperação Fiscal (Refis) 2024, que oferece uma oportunidade imperdível para profissionais e empresas regularizarem suas dívidas com o Conselho. O programa estará disponível de 29 de julho a 20 de dezembro de 2024.

O Refis 2024 permite que débitos inscritos em Dívida Ativa há mais de dois anos sejam renegociados em até 100% de desconto nos juros e em até 36 parcelas. Para débitos recentes, o acordo deverá ser negociado diretamente com o Setor de Finanças do Crea-RO, que pode ser contatado pelos telefones (69) 99237-5577.

Profissionais e empresas que não se enquadram nos critérios do Refis ainda têm a opção de regularizar sua situação por meio de parcelamentos e acordos administrativos. Para obter mais informações e acessar o modelo de requerimento, os interessados devem visitar o site oficial do Crea-RO.

Links Importantes:

Modelo de Requerimento Refis

Contatos do Setor de Atendimento (069) 3533-8899

Não perca a chance de regularizar sua situação financeira com condições facilitadas. Aproveite o Refis 2024 e mantenha suas obrigações em dia com o Crea-RO.

Por: Assessoria

Brasil reduz em 12% emissões de gases do efeito estufa em 2023

O Brasil reduziu em 12% as emissões de gás carbônico equivalente (GtCO2e) em 2023 em relação ao ano anterior, conforme divulgou nesta quinta-feira (7) o Observatório do Clima. No ano passado, o país emitiu 2,3 bilhões de toneladas de gases do efeito estufa, enquanto que, em 2022, foram emitidas 2,6 bilhões de toneladas.Segundo o observatório, essa é a maior queda percentual nas emissões desde 2009, quando o país registrou a menor emissão da série histórica iniciada em 1990 (1,77 bilhão de GtCO2e).

A queda no desmatamento na Amazônia foi a principal razão para a redução das emissões.

As emissões por desmatamento na floresta tropical caíram 37%, de 1,074 bilhão de toneladas de gás carbônico equivalente para 687 milhões de toneladas.

Por outro lado, os dados do Sistema de Estimativas de Emissões de Gases de Efeito Estufa (SEEG) do Observatório mostram que, apesar da desaceleração na Amazônia, a devastação dos demais biomas resultaram na emissão de 1,04 GtCO2e brutas em 2023.

Na avaliação do coordenador do SEEG, David Tsai, a redução das emissões é uma boa notícia, mas evidencia a dependência do que ocorre na Amazônia, em especial para o país atingir a Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC, na sigla em inglês). As novas NDCs precisam ser apresentadas até fevereiro de 2025 e devem estar alinhadas com o primeiro Balanço Global do Acordo de Paris (GST, na sigla em inglês), encerrado em 2023 na COP28, em Dubai.

“A queda nas emissões em 2023 certamente é uma boa notícia, e põe o país na direção certa para cumprir sua NDC, o plano climático nacional, para 2025. Ao mesmo tempo, mostra que ainda estamos excessivamente dependentes do que acontece na Amazônia, já que as políticas para os outros setores são tímidas ou inexistentes. Isso terá de mudar na nova NDC, que será proposta ainda este ano. O Brasil precisa de um plano de descarbonização consistente e que faça de fato uma transformação na economia”, afirmou David Tsai.

Em relação aos outros biomas, o levantamento aponta que as emissões por desmatamento e queima de biomassa aumentaram: 23% no Cerrado, 11% na Caatinga, 4% na Mata Atlântica e 86% no Pantanal. No Pampa, essas emissões caíram 15%, mas o bioma responde por apenas 1% do total.

“O Brasil está vendo o combate ao desmatamento na Amazônia surtir efeito. Mas, enquanto isso, o desmatamento em outros biomas, como o Cerrado e o Pantanal, acelera. Esse ‘vazamento’ não é algo novo e precisa de solução urgente para que continuemos tendo chances de atingir as metas de mitigação brasileiras”, disse a pesquisadora do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), Bárbara Zimbres.

O Ipam é responsável pelo cálculo de emissões de uso da terra no SEEG.

Uso da terra e Agropecuária

As mudanças de uso da terra foram responsáveis por quase metade das emissões de gases de efeito estufa no país (46%), com 1,062 bilhão de toneladas de CO2e. Segundo o observatório, a agropecuária registrou o quarto recorde consecutivo de emissões, com elevação de 2,2%. Com isso, a atividade econômica respondeu por 28% das emissões brutas do Brasil no ano passado, principalmente pelo a alta do rebanho bovino.

“A maior parte das emissões vem da fermentação entérica (o popular “arroto” do boi), com 405 milhões de toneladas em 2023 (mais do que a emissão total da Itália)”, aponta a instituição. “Somando as emissões por mudança de uso da terra, a atividade agropecuária segue sendo de longe a maior emissora do país, com 74% do total”, continua.

O analista de Ciência do Clima do Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora), Gabriel Quintana, relembra que a última redução nas emissões da agropecuária brasileira foi registrada em 2018. Desde então, vêm aumentando e registrando recordes. O Imaflora é a organização responsável pelo cálculo de emissões de agropecuária no SEEG.

“Elas são puxadas pelo aumento do rebanho bovino, uso de calcário e fertilizantes sintéticos nitrogenados, afinal, a produção brasileira tem crescido. O desafio para o setor, bastante suscetível aos impactos da crise climática, é alinhar a mitigação das emissões de gases de efeito estufa com a eficiência da produtividade, em especial, a redução de metano e a adoção de sistemas que geram sequestro de carbono no solo”, pontuou.

Resíduos e Energia

Nos setores de resíduos e energia, os crescimentos de emissões de dióxido de carbono equivalente foram de 1% e 1,1%, respectivamente. O resultado no setor energético está relacionado ao aumento do consumo de óleo diesel, gasolina e querosene de aviação no ano passado. Juntos, eles causaram uma elevação de 3,2% nas emissões de transporte, que chegaram à marca recorde de 224 MtCO2e).

“Essa elevação mais do que compensou a redução de emissões devido à queda de 8% na geração de eletricidade por termelétricas fósseis no ano passado, no qual não houve crise hídrica para impactar a geração hidrelétrica. No total, energia e processos industriais emitiram 22% do total nacional, 511 MtCO2e”, informa o relatório.

Queimadas

Quanto às emissões decorrentes de queimadas de pasto e vegetação nativa (não são contabilizadas como desmatamento), caíram 38% e 7% em 2023, respectivamente.

Essas emissões ficaram de fora do inventário nacional, mas tornam-se cada vez mais importantes à medida que a mudança do clima aumenta o risco de ocorrência de fogo, inclusive nas florestas úmidas, destaca o Observatório.

Exportação de carne bovina cresceu 43% em outubro

A exportação de carne bovina do Brasil atingiu 301,16 mil toneladas em outubro, um crescimento de 43,2% se comparado com as vendas no mesmo período do ano passado, e ainda um recorde para o mês, informou a Associação Brasileira dos Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec).

De acordo com a entidade, que compilou dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), o faturamento também foi maior no período, totalizando US$ 1,36 bilhão, um aumento de 44,4%.

No acumulado dos primeiros dez meses de 2024, o crescimento foi de 29,9% no volume exportado, chegando a 2,4 milhões de toneladas, enquanto o faturamento subiu 22,8%, para US$ 10,5 bilhões.

De acordo com a Abiec, somente nos primeiros dez meses de 2024, as exportações de carne bovina no Brasil já praticamente se igualaram ao resultado de todo o ano de 2023, quando o país exportou 2,29 milhões de toneladas, movimentando US$ 10,5 bilhões. A tendência para o fechamento deste ano, segundo a Abiec, é de novos recordes.

“Para se dar uma dimensão do tamanho e da eficiência de toda a cadeia produtiva, o total exportado corresponde a mais de 9 milhões de animais abatidos, produzindo carne e contribuindo para a segurança alimentar”, disse, em nota, o presidente da Abiec, Antônio Jorge Camardelli.

A China, o maior mercado para o Brasil, importou quase 160 mil toneladas em outubro. Os Estados Unidos seguem como o segundo maior comprador da carne bovina do Brasil, com volumes de 27,9 mil toneladas. Já as Filipinas foram o terceiro maior destino da carne bovina brasileira no mês passado, com 11,3 mil toneladas.

Considerando as categorias de produtos de carne bovina, foram exportadas 270,3 mil toneladas de carne in natura (representando quase 90% do total), 16 mil toneladas de miúdos, 8,5 mil toneladas de carne industrializada, 2,9 mil toneladas de tripas, 2,8 mil toneladas de gordura e 515 toneladas de carnes bovinas salgadas.

Por Paulo Santos

STF tem maioria para manter condenação de Collor na Lava Jato

© Marcelo Camargo/Agência Brasil

O Supremo Tribunal Federal (STF) formou nesta sexta-feira (8) maioria de votos para manter a condenação do ex-presidente Fernando Collor a oito anos e dez meses de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro em um dos processos da Operação Lava Jato.

Até o momento, o plenário virtual da Corte tem placar de 6 votos a 2 para rejeitar um recurso da defesa contra a condenação.

O placar foi obtido com voto do relator, ministro Alexandre de Moraes. Para o ministro, não há irregularidades na decisão que condenou Collor.

“A decisão recorrida analisou com exatidão a integralidade da pretensão jurídica deduzida, de modo que, no presente caso, não se constata a existência de nenhuma dessas deficiências”, argumentou o ministro.

Além de Moraes, votaram para manter a condenação os ministros Edson Fachin, Flávio Dino, Cármen Lúcia, Luís Roberto Barroso e Luiz Fux.

Dias Toffoli e Gilmar Mendes votaram pela redução da pena de Collor para quatro anos por entenderem que houve erro na dosimetria da pena. Cristiano Zanin se declarou impedido para julgar o caso.

Em maio do ano passado, o tribunal entendeu que Collor, como antigo dirigente do PTB,  foi responsável por indicações políticas para a BR Distribuidora, empresa subsidiária da Petrobras, e recebeu R$ 20 milhões em vantagens indevidas em contratos da empresa. Segundo a denúncia, os crimes ocorreram entre 2010 e 2014.

Dois ex-assessores de Collor também foram condenados, mas poderão substituir as penas por prestação de serviços à comunidade.

O julgamento virtual está previsto para terminar na segunda-feira (11).

André Richter – Repórter da Agência Brasil